Como já percebera a cientista política
Hannah Arendt, o objetivo do totalitarismo é remoldar a natureza humana. O
“Novo Homem” revolucionário de Lênin e Stálin ou o “Homem Ariano” de Hitler. Na
República das bananas, mais conhecida como Brasil, o totalitarismo petista
parece ter como meta algo um pouco diferente, algo mais “original”: o novo
homem petista. Uma espécie de mistura entre macunaíma e o “homo sovieticus”, que
resultaria no “homo petistus”.
Essa nova espécie é uma síntese da
cultura petista. A sabedoria ecônomica e a educação da dona Dilma, a
mendacidade e o cinismo fora do comum de Tarso Genro(ver aqui um exemplo), a cara de pau
ao acusar de golpista todos os seus opositores e a mídia(que sempre protegeu o
partido e principalmente o Sr. Lula) ao mesmo tempo em que glorifica o regime
cubano, a pessoa do Sr. Fidel Castro e louva as “conquistas sociais” de Hugo
Chávez na Venezuela, e a vigarice intelectual da intelligentsia
petista-esquerdista. Somado a isso temos o fato de que todo o repertório de
idéias( se é que podemos chamar isso de idéias) do “homo petistus” é composto
de slogans e chavões repetidos diuturna e noturnamente(parafraseando a
presidente Dilma), a típica moral revolucionária leninista: “Bom é aquilo que
ajuda o Partido, mal é aquilo que atrapalha o Partido”, a característica de
militar 24h/7d em prol do Partido, tentando sempre que possível ocupar algum
espaço dentro do Estado, usando-o como instrumento para aumentar o poder do
movimento comunista como já bem ensinava Lênin, e a vitimização perante
qualquer objeção ou crítica feita contra a conduta do Partido e de seus membros.
Ou seja, ter como princípio não ter nenhum princípio além do interesse
partidário.Junte tudo isso ao aglomerado de símbolos e estelionatos linguísticos(muitos deles de cunho totalitário após serem analisado objetivamente) da novilíngua esquerdista como: “justiça social”, “neoliberalismo”, “grande capital”, “lógica do mercado”, “desigualdade social”, “democratização” de qualquer coisa, “consenso de washington”, “controle social do Estado”, “revolução democrática”, ”hegemonia”, “Pátria Grande”, “sociedade civil organizada”, e mais inúmeros outros e temos o nosso "homo petistus"(pode-se ter uma noção melhor do assunto ao ler o 3º congresso do PT de 2007 ). Mas afinal, o que é tudo isso se não o projeto gramscista mesmo? O “novo homem” petista não é nada mais nada menos do que o bom e velho homem revolucionário comunista, dotado da “consciência de classe”, sendo esta obtida pelo método gramsciano da “revolução cultural” e pela mudança do “senso comum”.
Diante desse texto, pergunto aos
leitores se eles não perceberam que esse texto inteiro descreve quase que
perfeitamente um sinhôzinho que mora em São Bernardo do Campo, na Avenida
Prestes Maia, numa cobertura que certamente custou muito dinheiro. Um tal de
Luiz Inácio Lula da Silva, chefe máximo da estratégia comunista no continente e
líder máximo do grupo governante de Banânia. O modo petista de ser
revolucionário nada mais é do que a conduta do principal molusco do país da
jabuticaba e da pororoca.

Nenhum comentário:
Postar um comentário